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De Tenente-Coronel da PM a Dono de 3 Cafeterias: Como o Alexandre Fatura Mais de R$ 200 Mil por Mês

Ele chegou ao topo da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Mas o teto da carreira era justamente o problema. No empreendedorismo, descobriu que o limite não existe.

📅 4 de abril de 2026⏱ 8 min de leitura☕ Cheirin Bão
Alexandre e sua equipe na unidade da Cheirin Bão no shopping

Alexandre e sua equipe na unidade da Cheirin Bão

A

Alexandre

Ex-Tenente-Coronel da PM do Rio de Janeiro
Franqueado Cheirin Bão desde 2023 • 3 unidades: RJ, Jundiaí e Petrópolis

Trinta anos dedicados à segurança pública. Patente de tenente-coronel. Respeito. Estabilidade. E mesmo assim, a sensação de que faltava algo.

O Alexandre passou a vida inteira dentro da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Subiu cada degrau possível. Chegou ao topo da hierarquia que um oficial pode alcançar. E foi justamente ali, no topo, que ele percebeu o problema: não tinha mais para onde ir.

Na carreira militar, existe um teto. Você bate nele e acabou. No empreendedorismo, esse teto não existe. Foi essa percepção que mudou tudo.

R$ 200k+Faturamento mensal
3Unidades abertas
3 anosComo franqueado

A Carreira que Todo Mundo Inveja (e Que Não Era Suficiente)

Funcionário público a vida inteira. Salário garantido no dia certo. Plano de saúde. Aposentadoria. Se você perguntasse para qualquer pessoa de fora, o Alexandre tinha a vida resolvida.

Mas quem está dentro sabe a verdade: a carreira pública tem um limite rígido. Você pode ser o melhor profissional da corporação, pode se dedicar mais do que qualquer outro, e ainda assim, seu crescimento para ali. A patente tem fim. O salário tem teto. O impacto que você pode gerar tem fronteira.

O Alexandre chegou a tenente-coronel e olhou para frente. Não tinha mais degrau. E para um cara ambicioso, acostumado a subir, essa parede foi o gatilho.

No empreendedorismo, esse limite não existe. O teto é você quem define.

Por Que uma Franquia, e Por Que a Cheirin Bão

O Alexandre não era um empresário nato. Era um militar disciplinado, acostumado com processo, hierarquia e método. Montar um negócio do zero, sem experiência em gestão comercial, seria um risco alto demais.

Uma franquia fazia sentido. Modelo validado. Marca conhecida. Suporte de quem já errou e acertou antes. Para quem vem de uma carreira estruturada, a franquia oferece o equilíbrio entre empreender e ter direção.

A Cheirin Bão entrou no radar porque não era só uma cafeteria. Era um modelo de negócio com mais de 1.000 unidades provando que funciona em cidades e formatos diferentes.

Com um investimento de R$ 350 mil, o Alexandre deu o passo e abriu sua primeira unidade.

A Aposta que Ninguém Queria Fazer

A primeira loja do Alexandre não foi num ponto convencional. Ele escolheu um formato de outlet dentro de um shopping no Rio de Janeiro , um tipo de operação onde a rede ainda não tinha experiência consolidada.

Muitos teriam medo. Muitos tiveram. Era um terreno desconhecido.

Mas aqui aparece um traço do Alexandre que fez toda a diferença: ele não foi sozinho.Sentou com a franqueadora, colocou o cenário na mesa e disse: “vamos juntos”.

Juntos, negociaram um aluguel favorável para o início da operação, inteligente o suficiente para garantir que o custo fixo não estrangulasse o negócio enquanto o ponto ainda estava sendo testado. Essa parceria entre franqueado e franqueadora é o que separa uma boa rede de uma rede qualquer.

A franqueadora entra com marca, produto, estratégia e direcionamento. O franqueado entra com execução, presença e leitura do cliente na ponta. Quando os dois fazem a parte deles, o resultado aparece.

O Diferencial que Transformou a Primeira Loja em Máquina de Faturamento

Aqui está o ponto que separa o Alexandre de um franqueado mediano.

Muitos donos de loja tratam todos os clientes da mesma forma. Mesmo cardápio empurrado, mesmo atendimento padrão, mesma abordagem. O Alexandre percebeu rápido que isso não funcionaria, especialmente num shopping, onde o fluxo de pessoas é diverso.

Ele identificou três perfis de cliente completamente diferentes entrando na mesma loja:

1

O Cliente de Passagem

O marido esperando a esposa terminar as compras. Não quer experiência gastronômica. Quer um café rápido, um momento de descanso e ir embora. O atendimento certo: ser ágil, não forçar venda adicional e respeitar o tempo dele.

2

O Cliente de Experiência

A família que andou o shopping inteiro e quer sentar, relaxar e curtir. Essa pessoa quer tempo de mesa, experimentar o cardápio, se sentir bem atendida. O atendimento é consultivo: apresentar opções, sugerir combinações, criar um momento.

3

O Cliente de Refeição

O cara que está com fome e quer resolver. Não quer demora, não quer firula. O atendimento é precisão: pedido certo, entrega rápida, qualidade no prato.

Três públicos. Uma loja. Três formas diferentes de atender.

Enquanto outros franqueados tentam padronizar tudo, o Alexandre fez o oposto: personalizou o atendimento com base em quem estava na frente dele. E o resultado foi direto no caixa.

R$ 200 Mil de Faturamento Mensal e a Expansão

A primeira loja do Alexandre no Rio de Janeiro ultrapassou a marca de R$ 200 mil de faturamento mensal. Para um formato que muitos consideravam arriscado, o número calou qualquer dúvida.

Com a operação validada e o modelo de gestão refinado, o Alexandre não parou. Em três anos como franqueado, expandiu para mais duas unidades:

1ª Unidade

Rio de Janeiro (RJ): Outlet em shopping. A aposta que inaugurou tudo.

2ª Unidade

Jundiaí (SP): Expansão para São Paulo com público diferente.

3ª Unidade

Petrópolis (RJ): Volta ao estado de origem, agora com experiência consolidada.

Cada loja com público diferente. Cada uma com suas particularidades. Mas todas operando com o mesmo princípio: entender quem é o cliente e entregar exatamente o que ele precisa.

O Que o Alexandre Aprendeu

1. Estabilidade não é sinônimo de realização.

Ele tinha tudo que a maioria sonha: cargo alto, salário garantido, aposentadoria. E mesmo assim sentiu que estava estagnado. Se você se identifica com esse sentimento, preste atenção nessa história.

2. Você não precisa de experiência em food service.

O Alexandre era militar. Nunca tinha operado uma cafeteria. O modelo de franquia deu suporte, método e estrutura. O que ele trouxe foi disciplina, vontade de aprender e capacidade de gestão. Habilidades que qualquer profissional competente já tem.

3. O negócio não é sobre café. É sobre gente.

O grande diferencial dele não foi o produto. O produto a Cheirin Bão já entrega. O diferencial foi entender que cada cliente é diferente e que o atendimento precisa acompanhar isso.

4. A parceria com a franqueadora é real.

O Alexandre não abriu a primeira loja sozinho num ponto arriscado. Sentou com a franqueadora, negociou junto, planejou junto. A relação na Cheirin Bão é de construção, não de cobrança.

Franquia de Cafeteria Vale a Pena?

Tem muita gente pesquisando se vale a pena investir em franquia de cafeteria. A resposta teórica você encontra em qualquer blog.

A resposta real está aqui: um tenente-coronel da Polícia Militar do Rio de Janeiro, um dos cargos mais estáveis do país, largou tudo para abrir uma Cheirin Bão. Hoje tem 3 unidades e fatura mais de R$ 200 mil por mês.

Ele não fez isso por impulso. Fez porque enxergou o que muitos ainda não enxergaram: no empreendedorismo, o teto é você quem define.

Quer Conhecer o Modelo de Franquia da Cheirin Bão?

Se a história do Alexandre fez sentido para você, se você também sente que bateu no teto e está pronto para o próximo passo, conheça o modelo.

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